Só vou te contar porquê você ja é de casa
Eu tenho um lado doce que quase ninguém vê
Se dou festa, trato bem até quem chega de penetra
Quem me beija não consegue me esquecer...
Tudo me interessa
Tudo tem mistério Sou devoto da paixão
Menina e menino
Pego em estéreo
Mas não venha grudar, não
Ja tá totalmente sem noção
Ligar de madrugada pra me aborrecer
Depois de me ganhar você quer me perder
Eu ponho quem eu quero aqui no meu colchão
E se não dá valor eu trato de esquecer
É que eu também sou feito de deixar de ser .
domingo, 28 de março de 2010
Eu, Etiqueta - Carlos Drumont de Andrade.
Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, premência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-lo por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer, principalmente.)
E nisto me comprazo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar,
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo de outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mar artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome noco é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, premência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-lo por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer, principalmente.)
E nisto me comprazo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar,
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo de outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mar artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome noco é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
quinta-feira, 18 de março de 2010
As coisas nos seus devidos lugares.
Do que adianta ficar se lamentando pelo o que passou, até que foi legal tudo que aconteçeu, mas não sei se eu estaria apto a fazer tudo de novo, pois não sei oque fazer da minha vida.
Depois daquela sexta-feira, já fiquei com outra pessoa, foi ontem e foi divertido e o melhor é que nós não só ficamos poh, nós aproveitamos rs '666.
Ai chega hoje, tive um certo "quiprócó" na escola, mas nada demais, já consegui me resolver, agora sim estou melhor,
Lora estou com saudades, mesmo te vendo quase todo dia. Ronald está faltando muito, meldels. e por hj é só. Os proximos capitulos da novela da minha vida que eu sei que a Aline é louca pra saber, eu conto ao decorrer da semana, bjs amadinhos.
Quiprocó= discussão, briga,
Depois daquela sexta-feira, já fiquei com outra pessoa, foi ontem e foi divertido e o melhor é que nós não só ficamos poh, nós aproveitamos rs '666.
Ai chega hoje, tive um certo "quiprócó" na escola, mas nada demais, já consegui me resolver, agora sim estou melhor,
Lora estou com saudades, mesmo te vendo quase todo dia. Ronald está faltando muito, meldels. e por hj é só. Os proximos capitulos da novela da minha vida que eu sei que a Aline é louca pra saber, eu conto ao decorrer da semana, bjs amadinhos.
Quiprocó= discussão, briga,
domingo, 14 de março de 2010
Sexta, Sábado e Domingo(mais um bueiro e menos uma perna).
Gente como foi ótimo esses meus três dias. Na sexta sai bebi todas e ainda fiquei com uma pessoa lá, fazendo o gira- gira( quatro pessoas entendem), no sábado o churrasco na casa do Rennan foi muito bom, o Jean e a Stella são os melhores, fui de Deodoro onde fica a casa do Rennan, até Ricardo a pé, chegando lá eu andei de bicicleta com a Ully, poh eu comi muito nesse dia.
Meu domingo foi no minimo curioso, fui no Mc donalds com o Lennon e com Fabi, sendo que já tinhamos comido então fomos no shopping, mas quando nós saimos estava chovendo muito e nilópolis estava alagado, simplesmente tivemos que andar com água até o joelho e a Fabi simplesmente pisou no bueiro destampado e machucou a perna, se nós morressemos pelo menos estariamos de barriga cheia. huhsuashuashuashuashuas, beijos , tive que contar tudo isso.
Meu domingo foi no minimo curioso, fui no Mc donalds com o Lennon e com Fabi, sendo que já tinhamos comido então fomos no shopping, mas quando nós saimos estava chovendo muito e nilópolis estava alagado, simplesmente tivemos que andar com água até o joelho e a Fabi simplesmente pisou no bueiro destampado e machucou a perna, se nós morressemos pelo menos estariamos de barriga cheia. huhsuashuashuashuashuas, beijos , tive que contar tudo isso.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Só quero ficar - Kelly Key
Eu vou trabalhar,
Me dedicar aos estudos
Me estabilizar, ter meu lugar no mundo
Ser independente financeiramente, pra não
Ter que bater na porta de parentes
Não é por nada não,
Eu não quero depender de você amor,
Eu não quero depender de ninguém
Já pensou jogar na minha cara, que é isso amigo?
Não aceito isso não, prefiro preparar
Meu coração contra toda ilusão
Batalhar meu futuro, dentro da minha razão
Sem ter que dar satisfação
Vou curtir minha vida, me prender alguém?
Quem sabe depois dos trinta,
Por enquanto não
Ainda não tá na hora,
Me dedicar aos estudos
Me estabilizar, ter meu lugar no mundo
Ser independente financeiramente, pra não
Ter que bater na porta de parentes
Não é por nada não,
Eu não quero depender de você amor,
Eu não quero depender de ninguém
Já pensou jogar na minha cara, que é isso amigo?
Não aceito isso não, prefiro preparar
Meu coração contra toda ilusão
Batalhar meu futuro, dentro da minha razão
Sem ter que dar satisfação
Vou curtir minha vida, me prender alguém?
Quem sabe depois dos trinta,
Por enquanto não
Ainda não tá na hora,
terça-feira, 9 de março de 2010
Gente da gente
Esse texto é pra gente da gente
Que vive a pegar no batente
Com sol ou com chuva ou doente
Sabe que tem que trabalhar
Esse povo merece uma medalha
Porque nunca foge da batalha
Essa gente da gente não dá falha
Porque não tem fã de canalha
Essa gente é na gente que crê
Isso tudo é lição de viver Juventude drogada pra quê?
Ai meu Deus, o que posso fazer?
Essa gente já sofre demais
São tratados como animais
E só querem um pouquinho de paz
E precisam ouvir Racionais
Que vive a pegar no batente
Com sol ou com chuva ou doente
Sabe que tem que trabalhar
Esse povo merece uma medalha
Porque nunca foge da batalha
Essa gente da gente não dá falha
Porque não tem fã de canalha
Essa gente é na gente que crê
Isso tudo é lição de viver Juventude drogada pra quê?
Ai meu Deus, o que posso fazer?
Essa gente já sofre demais
São tratados como animais
E só querem um pouquinho de paz
E precisam ouvir Racionais
domingo, 7 de março de 2010
" Maduro demais pra brincar, criança demais pra algumas responsabilidade"
As vezes paro e penso quantas vezes nós falamos que já somos adolescentes e não somos mas criança, mas tambem quantas vezes falamos que somos muitos novos pra fazer algo. Nossa é tão estranho, quantas vezes nos limitamos a algo por questão de idade, nada na vida é por acaso, mas as vezes o acaso inexistente nos usa de alguma forma pra dizer as nossas condicoes de idade, que só usamos quando estamos precisando, novos demais pra isso, velhinhos demais pra aquilo.
Quanto tempo dura pra vc amadureçer? e chegar só no ponto de dizer só muito velho pra isso, pois a juventude se vai e vc num poderá mas falar que é novo demais pra fazer isso ou aquilo outro, então pare e pense quantas vezes vc deixa de se achar e perdi oportunidades por se dizer novo demais ou simplesmente por ser velho demais pra tudo.
Vamos nos permitir, olhar o mundo sem que e a idade entre na frente ou as circustancias, tudo que você tem num diz respeito a você, nada que é seu é seu de verdade, não pagando imposto você perde a casa, já percebeu que paga-se pra se viver? e ai entra a dita a sociedade que todos querem, pois todos querem uma sociedade onde as pessoas de bem possa ser mais vistas com dignidade, onde nao tenha politicos desonestos, onde as pessoas possam ter direitos de ir e vir, onde nao tem fome, onde nao tenha a violência. queremos uma sociedade onde todos respeite os outros do jeito de que cada um é, uma sociedade que saiba ver o carater das pessoas antes de julgar pela aparência, queremos a sociedade mais humana e solidaria, onde todos podem contar um com os outros,
Quanto tempo dura pra vc amadureçer? e chegar só no ponto de dizer só muito velho pra isso, pois a juventude se vai e vc num poderá mas falar que é novo demais pra fazer isso ou aquilo outro, então pare e pense quantas vezes vc deixa de se achar e perdi oportunidades por se dizer novo demais ou simplesmente por ser velho demais pra tudo.
Vamos nos permitir, olhar o mundo sem que e a idade entre na frente ou as circustancias, tudo que você tem num diz respeito a você, nada que é seu é seu de verdade, não pagando imposto você perde a casa, já percebeu que paga-se pra se viver? e ai entra a dita a sociedade que todos querem, pois todos querem uma sociedade onde as pessoas de bem possa ser mais vistas com dignidade, onde nao tenha politicos desonestos, onde as pessoas possam ter direitos de ir e vir, onde nao tem fome, onde nao tenha a violência. queremos uma sociedade onde todos respeite os outros do jeito de que cada um é, uma sociedade que saiba ver o carater das pessoas antes de julgar pela aparência, queremos a sociedade mais humana e solidaria, onde todos podem contar um com os outros,
sábado, 6 de março de 2010
Saudades
Não sei o que aconteçe com voce que sempre me deixa e não volta, será que isso é bom? ás vezes é triste quando voce apareçe, mas quando voce aparece eu consigo ver que tenho amigos de verdade, pessoas que eu gosto, tempo as vezes é bom pra ela chegar e logo marcarmos pra sair e reencontrarmos os amigos, muito obrigado SAUDADES por vc existir!!! volte sempre, te adoro sentimento bom....
Dependo ( fiz em um dia de altismo qualquer)
Dependo do sorrir pra imprecionar.
Depedo do sofrer pra chorar.
Dependo do destino pra encontrar.
Dependo de você pra amar.
Dependo do tempo pra envelhecer.
Dependo dos sonhos pra viver.
Dependo do olhar pra vivenciar.
Dependo do timbre pra cantar.
Dependo do sol pra bronzear.
Dependo do creme pra clarear.
Dependo do rio pra banhar.
Dependo do resto pra o todo.
Dependo do viver pra ver.
Dependo do fermento pra o bolo.
Dependo de Deus pra libertar.
Dependo de amigo pra conversar.
Dependo de ideias pra crescer.
Dependo do dinheiro pra ser.
Dependo do amar pra iludir.
Dependo do mundo pra ter.
Dependo do pai pra endurecer.
Dependo da mãe pra amolecer.
Dependo do PC pra intergir.
Dependo da TV pra adquirir.
Dependo do carinho pra melhorar.
Dependo do ficar pra entender.
Dependo do ver pra crer.
Dependo do mar pra amar.
Dependo do viver pra sonhar.
Dependo do depender pra ter você.
Depedo do sofrer pra chorar.
Dependo do destino pra encontrar.
Dependo de você pra amar.
Dependo do tempo pra envelhecer.
Dependo dos sonhos pra viver.
Dependo do olhar pra vivenciar.
Dependo do timbre pra cantar.
Dependo do sol pra bronzear.
Dependo do creme pra clarear.
Dependo do rio pra banhar.
Dependo do resto pra o todo.
Dependo do viver pra ver.
Dependo do fermento pra o bolo.
Dependo de Deus pra libertar.
Dependo de amigo pra conversar.
Dependo de ideias pra crescer.
Dependo do dinheiro pra ser.
Dependo do amar pra iludir.
Dependo do mundo pra ter.
Dependo do pai pra endurecer.
Dependo da mãe pra amolecer.
Dependo do PC pra intergir.
Dependo da TV pra adquirir.
Dependo do carinho pra melhorar.
Dependo do ficar pra entender.
Dependo do ver pra crer.
Dependo do mar pra amar.
Dependo do viver pra sonhar.
Dependo do depender pra ter você.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Vivemos esperando.
Um dia em que todos sejam felizes de verdade
Paz
União entre os povos
Amor ao próximo
Dinheiro
Imortalidade
A maquina do tempo
Jesus cristo
Equilibrio mundial
Politicos honestos
Valorização do ser humano
Realização de sonhos
O tempo passar
O próximo ponto
Verdadeiros amigos
Rever toas as pessoas queridas que já se foram
Não sofrer pelos os outros
A vida passar
O mundo livre
Sabedoria
Etc......
Paz
União entre os povos
Amor ao próximo
Dinheiro
Imortalidade
A maquina do tempo
Jesus cristo
Equilibrio mundial
Politicos honestos
Valorização do ser humano
Realização de sonhos
O tempo passar
O próximo ponto
Verdadeiros amigos
Rever toas as pessoas queridas que já se foram
Não sofrer pelos os outros
A vida passar
O mundo livre
Sabedoria
Etc......
Regis Tadeu - Michael Jackson
É claro que o mundo inteiro ficou chocado com a morte de Michael Jackson. Mas é preciso ter um pouco de coragem para escrever o óbvio: todos choraram pelo "antigo" popstar, que gravou discos excepcionais, e não pela patética figura em que ele se transformou.
Vamos lá, faça uma autocrítica e não esconda sequer uma ponta de morbidez: quantas vezes você não se pegou ridicularizando a figura do cara, suas esquisitices, seu gosto pelo bizarro, seu "nariz de massinha", sua brancura artificial e o diabo a quatro?
A maioria dos admiradores - e não os fãs patéticos, que agora estão se desmanchando em choros convulsivos, que não foram trabalhar porque estão deprimidos com a morte de seu ídolo - sabe que a importância de Jackson para o show business não pode sequer ser colocada em um patamar conhecido deste planeta. A maneira como ele revolucionou a indústria dos videoclipes, por exemplo, permitindo que diretores levassem suas ousadias a extremos em termos de efeitos especiais que só foram utilizados pelo cinema[1] alguns anos depois é mais do que digna de aplausos. Isso sem contar a qualidade que ele apresentou em alguns de seus discos, como Off the Wall, o melhor de todos - não, Thriller foi o seu trabalho mais famoso, mas não o melhor em termos musicais.
Mas para quem lida com música de uma maneira séria e racional, a pergunta neste exato momento é: por que ele não foi talentoso o suficiente para apagar o fracasso de seus últimos discos, principalmente do horrível e pretensioso Invencible? Por que ele não fez como todo mundo que se presta a construir uma carreira musical sólida em termos de qualidade até os dias de hoje, como fazem Paul McCartney, David Bowie e Bruce Springsteen?
A resposta é muito simples: porque faltou a Jackson aquela centelha da genialidade musical que o acompanhou desde os tempos de Jackson 5 até o lançamento de Thriller, a mesma centelha que foi capengando e diminuindo gradativamente até o punhado de canções razoáveis que ele reuniu no irregular Dangerous. A partir de um determinado momento de sua conturbada vida, a música perdeu a importância. Jackson acreditou que seria eternamente adorado independente do que fizesse. E isso é uma sentença de morte - artística e até mesmo pessoal - para quem viveu a música com tamanha intensidade.
Como não conseguia mais apresentar algum traço de criatividade, Jackson recorreu a factóides estapafúrdios, como a "agenda dos 50 shows" em Londres - chego a dar risadas quando encontro com alguém que realmente acreditou que ele faria tal pataquada -, mas isso pouco importa agora.
Michael Jackson está morto. Fisicamente. Porque, em termos artísticos, nos últimos quinze anos ele foi apenas um zumbi do qual todo mundo ria e tirava sarro. E são essas pessoas que hoje se mostram comovidas com o seu falecimento.
Mundo estranho este, não? Pense nisso...
Regis Tadeu
Vamos lá, faça uma autocrítica e não esconda sequer uma ponta de morbidez: quantas vezes você não se pegou ridicularizando a figura do cara, suas esquisitices, seu gosto pelo bizarro, seu "nariz de massinha", sua brancura artificial e o diabo a quatro?
A maioria dos admiradores - e não os fãs patéticos, que agora estão se desmanchando em choros convulsivos, que não foram trabalhar porque estão deprimidos com a morte de seu ídolo - sabe que a importância de Jackson para o show business não pode sequer ser colocada em um patamar conhecido deste planeta. A maneira como ele revolucionou a indústria dos videoclipes, por exemplo, permitindo que diretores levassem suas ousadias a extremos em termos de efeitos especiais que só foram utilizados pelo cinema[1] alguns anos depois é mais do que digna de aplausos. Isso sem contar a qualidade que ele apresentou em alguns de seus discos, como Off the Wall, o melhor de todos - não, Thriller foi o seu trabalho mais famoso, mas não o melhor em termos musicais.
Mas para quem lida com música de uma maneira séria e racional, a pergunta neste exato momento é: por que ele não foi talentoso o suficiente para apagar o fracasso de seus últimos discos, principalmente do horrível e pretensioso Invencible? Por que ele não fez como todo mundo que se presta a construir uma carreira musical sólida em termos de qualidade até os dias de hoje, como fazem Paul McCartney, David Bowie e Bruce Springsteen?
A resposta é muito simples: porque faltou a Jackson aquela centelha da genialidade musical que o acompanhou desde os tempos de Jackson 5 até o lançamento de Thriller, a mesma centelha que foi capengando e diminuindo gradativamente até o punhado de canções razoáveis que ele reuniu no irregular Dangerous. A partir de um determinado momento de sua conturbada vida, a música perdeu a importância. Jackson acreditou que seria eternamente adorado independente do que fizesse. E isso é uma sentença de morte - artística e até mesmo pessoal - para quem viveu a música com tamanha intensidade.
Como não conseguia mais apresentar algum traço de criatividade, Jackson recorreu a factóides estapafúrdios, como a "agenda dos 50 shows" em Londres - chego a dar risadas quando encontro com alguém que realmente acreditou que ele faria tal pataquada -, mas isso pouco importa agora.
Michael Jackson está morto. Fisicamente. Porque, em termos artísticos, nos últimos quinze anos ele foi apenas um zumbi do qual todo mundo ria e tirava sarro. E são essas pessoas que hoje se mostram comovidas com o seu falecimento.
Mundo estranho este, não? Pense nisso...
Regis Tadeu
Significado das cores das pulseiras do sexo.
Pra vcs que todos os dias me perguntam o significado das pulseiras que eu uso aquie vai o significado.
Amarela - abraço
Rosa - mostrar o peito
Laranja - dentadinha de amor
Roxa - beijo com a língua - talvez sexo
Vermelha - lap dance(stripper)
Verde - sexo oral a ser praticado pelo rapaz
Branca - a menina escolhe o que lhe apetecer
Azul - sexo oral a ser praticado pela menina
Preta - sexo com a menina na posição do missionário
Dourada-Tudo citado acima
Amarela - abraço
Rosa - mostrar o peito
Laranja - dentadinha de amor
Roxa - beijo com a língua - talvez sexo
Vermelha - lap dance(stripper)
Verde - sexo oral a ser praticado pelo rapaz
Branca - a menina escolhe o que lhe apetecer
Azul - sexo oral a ser praticado pela menina
Preta - sexo com a menina na posição do missionário
Dourada-Tudo citado acima
quarta-feira, 3 de março de 2010
Solidão
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo…Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar…Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos…Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida…Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado…Isto é circusntância.
Solidão é muito mais que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa Alma.
Chico Buarque.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar…Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos…Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida…Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado…Isto é circusntância.
Solidão é muito mais que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa Alma.
Chico Buarque.
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